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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

[Aviso: O post que você pretende ler agora contém grande quantidade de "sujo falando do mal lavado"]

- Te amo.
Ok, vamos começar por aí.

Porque uma hora ou outra, a gente diz. Grande parte das vezes por pressão ou hábito, outras por querer ouvir tal expressão em retorno. Poucas vezes pela pureza e transparência do sentimento. Tudo bem: seres humanos, equilíbrio, reciprocidade.
Não é uma questão de discordar do ato, mas quem estipulou esse equilíbrio?
E como entender a camuflagem? As pessoas não podem estar com quem amam sem comprá-las com presentes? Acho que existe um limite, sabe?! E é aí que se encontra o equilíbrio. Se existir um fator externo influenciando a relação, que ele entretenha todos os envolvidos, com o fator e entre si, como por exemplo, assistir um filme.
Acho que a essência da convivência está quando o que interage é apenas você e a(s) outra(s) pessoa(s). É fácil lidar com o que for, tendo outros elementos para distração.
Vamos trabalhar mais os valores do relacionamento ao invés dos monetários então?!

Ok, próximo assunto.
(ainda no mesmo. Desculpa, gente.)

Não sei se as pessoas tem preguiça de relacionamentos ou então elas acham que o melhor relacionamento é aquele em que tudo está ótimo. Será que é excesso de conto de fadas?
Se não existem brigas e discussões, como você pode ter parâmetro pra dividir o que é bom e o que é ruim e realmente aproveitar quando as coisas estão boas? O Equilíbrio do relacionamento se encontra aí, além do que, precisa ser mantido também numa questão hierárquica, lembrando que ninguém é melhor do que ninguém. Se sujeitar a periferia de um relacionamento faz mal, tanto quanto carregá-lo nas costas. E por favor, não podemos esquecer que cada pessoa é ela-mesma 100%, logo, havendo qualquer doação de alguma das partes do relacionamento, há um desequilíbrio (vide esse texto, qualquer dúvida. Não é diretamente explicativo, porém esclarece de um modo geral).



Não tenho algo conclusivo pra fechar o que escrevi, porém, acho que não é muito difícil tirar as próprias conclusões.
E acho que isso pode ajudar algumas pessoas que vieram pedir conselhos (ou não).


Boa sorte!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Sair de casa Vs. Ficar em casa [2]

Olá!
Bom, não vou perguntar se vocês estão bem, porque hoje estou chata.
Vou voltar ao assunto do ficar em casa vs. sair de casa.
Ok. O que eu não entendo é porque as pessoas insistem que sair de casa é legal e wow, "vamos nos divertir" e "vai ser utópico" yeah.
Veja bem, pra cada pessoa, o padrão de diversão é outro. Será que machuca muito o fato de eu achar mais divertido ficar em casa sozinha vendo filme do que sair com os amigos pra baladar?
As pessoas não param pra pensar: "poxa, talvez ela goste mesmo de ficar em casa...não é porque eu gosto de sair que isso tem que ser legal para todos." ou então "talvez eu que seja o alienígena, que gosto de sair pra me f*der, gastar dinheiro em coisas de pouca duração ou que simplesmente a industria cultural empurra goela abaixo, comer coisas que me deixam obeso, obstruem minhas veias e me matam, pegar sol que pode me dar câncer, pegar friagem, correr risco de tomar chuva, ser assaltado, aguentar gente bêbada (lembrando que esse tipo de gente fede), fumaça de cigarro, gente entrando em depressão e chorando pitangas, gente fofocando sobre a roupa x do fulano, pessoas com inveja, pessoas com raiva, pessoas que sairam de casa somente pra mostrar que compraram roupa da marca w, pagar pra entrar (isso é o cúmulo do ninguem merece), não conseguir dar atenção a todas as pessoas que desejo, ter hora pra chegar, hora pra sair, me preocupar com transporte..."
enfim, tudo depende do ângulo que se olha.
pra mim sair é isso aí.
"não, olha, assim, é porque você nunca saiu com a gente, é super legal e tal..."
NÃO. Assim, dá pra respeitar que eu não gosto? E parar de tentar sei lá, tentar me forçar a fazer algo que me deixa irritada e que é sacrifício pra mim?

E vou dizer mais, isso é desde pequena. Lembro que minha mãe pegava os convites pras festinhas dentro da minha mochila e me fazia ir. Eu não gostava daquilo (e não gostava de crianças também, apesar de ser uma). Eu chorava, esperneava, e tinha que ir do mesmo jeito.


Tá, acabou meu post, enfim.

Beigos!

domingo, 6 de junho de 2010

Sair de casa Vs. Ficar em casa

Olá gente! (imagine a palavra "gente" ecoando 27 vezes e as teias de aranha vibrando com esse som)
Tudo bom com vocês?
Bem, nunca está tudo bem comigo, porque eu penso. E então continuo pensando. Não paro. E isso me deixa transtornada.
Eu estive pensando muito no porquê de eu odiar sair de casa e amar trazer amigos para minha casa.
Cheguei a uma teoria.
É fácil você sair com os amigos, beber, se divertir, passear, sei lá. É fácil porque os elementos simplesmente se materializam ao seu redor em uma maneira rotativa e dinâmica e você os absorve e os transforma em parte da conversa, parte do grupo de amigos. Os assuntos se locomovem até você, você não precisa se esforçar, é automático.
Porém, quando você leva alguém pra casa, o ambiente não muda, os elementos não mudam. A convivência se torna um desafio, e você precisa lidar com isso de qualquer maneira...ter jogo de cintura.
O fato é que:
É fácil conviver com as pessoas quando elas não são o foco.

Pensando bem, parece um comportamento bem masoquista, mas descobri que isso mantém próximas a mim apenas as pessoas que realmente tem o poder místico de me suportarem durante muito tempo gostam de mim. (Pelo menos é esse meu planinho de dominação global, risos).

Bom, fiquem bem!

Beigos