"e ainda tem gente que reclama da vida..."
OLHA, se tem uma frase que me irrita é essa. Cada um tem seus problemas, e cada problema próprio se encaixa numa gráfico mental decrescente (do maior pro menor), por ordem de prioridade. O que as pessoas não entendem é que o problemas dos outros não entram no meu gráfico próprio. Por fim, vou reclamar dos meus problemas e não quero problema de ninguém inferiorizando os meus. Eu reclamo da minha realidade, você reclama da sua.
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Re-solução
Eu estarei aqui parada quando você resolver resolver.
Se resolver. Me resolver.
Resolver.
Aceitarei suas desculpas, desculpa.
Mais uma vez.
É o que fazemos melhor: fazer mais uma vez.
Mais de uma vez.
É o aperfeiçoamento da técnica da repetição do Sim.
Enquanto o tempo passa, o mundo gira e você se decide entre açucar ou adoçante...
eu fico aqui parada.
Vez o sol, vez a lua. As vezes sem vez nenhuma para nenhum dos dois.
Crio netos e você nessa indecisão.
A vida ou a morte? Ou deixar para a sorte?
A sorte pára.
Escovei meus dentes, de cima pra baixo
de um lado para o outro.
Dente por dente.
E você ainda não se decidiu?!
Percebi que estou andando e você ficou.
É verdade! Todo esse tempo eu aqui...
Estive andando e nem percebi! Puxa!
Pensei estar parada...mas não...
E você aí andando dentro da roda...
No passado, no esquecimento, no esperar.
Uma linha constante da mudança, inerte, infinita.
Vejamos. Vamos ver. E por assim ficou.
Entre um tempo e outro copo de suco.
"Faz tudo passar mais depressa.", você dizia.
De que adianta? A vida passou. Não te restou muita coisa, eu acho...
Um suco, a morte. Pouco Sim pra muito Não.
Não?
Se resolver. Me resolver.
Resolver.
Aceitarei suas desculpas, desculpa.
Mais uma vez.
É o que fazemos melhor: fazer mais uma vez.
Mais de uma vez.
É o aperfeiçoamento da técnica da repetição do Sim.
Enquanto o tempo passa, o mundo gira e você se decide entre açucar ou adoçante...
eu fico aqui parada.
Vez o sol, vez a lua. As vezes sem vez nenhuma para nenhum dos dois.
Crio netos e você nessa indecisão.
A vida ou a morte? Ou deixar para a sorte?
A sorte pára.
Escovei meus dentes, de cima pra baixo
de um lado para o outro.
Dente por dente.
E você ainda não se decidiu?!
Percebi que estou andando e você ficou.
É verdade! Todo esse tempo eu aqui...
Estive andando e nem percebi! Puxa!
Pensei estar parada...mas não...
E você aí andando dentro da roda...
No passado, no esquecimento, no esperar.
Uma linha constante da mudança, inerte, infinita.
Vejamos. Vamos ver. E por assim ficou.
Entre um tempo e outro copo de suco.
"Faz tudo passar mais depressa.", você dizia.
De que adianta? A vida passou. Não te restou muita coisa, eu acho...
Um suco, a morte. Pouco Sim pra muito Não.
Não?
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Ok, rapaz.
De tempos em tempos eu caio na real. Tremer, gaguejar, chorar. O estômago corroendo, a cabeça corroendo. E eu não consigo explicar de uma forma clara, de um modo que as pessoas compreendam o que se passa. Mas eu vou tentar mais uma vez.
Eu levo mais ou menos duas horas pra cair no sono. Eu arquiteto planos, antes de dormir, grandes planos. Do dia seguinte, do mês seguinte, do ano seguinte, do futuro. E para cada caminho, já prevejo as opções, os desvios, tudo. E faço isso com tudo. Ok, querem um exemplo... Vejamos, eu vou dormir e penso: "amanhã eu devo acordar e desenhar". Então já planejo a folha, a cor do lapis, o desenho, a borracha, o lugar, a hora, quais músicas vou ouvir. Isso é apenas uma das coisas que penso. Passo mais ou menos duas horas pensando, como eu disse, certo? Então, imagine as milhares de coisas que passam pela minha cabeça. O fato é que eu não ponho em prática, ou ponho mas não do jeito utópico com todos os detalhes que pensei. Isso dói, dói demais. Uma coisa é você decepcionar alguém, outra coisa é você se decepcionar e conviver com uma culpa só sua direcionada para você mesmo.
Eu sempre fui protegida. Eu fui a filha protegida...ou talvez largada. Não sei bem ao certo, mas sei que as intenções foram boas. Não os culpo. Eu criei uma bolha ao meu redor que me protege de um jeito doentio. Eu analiso tanto, mas tanto...Eu simplesmente não me arrisco. Eu observo, porque as pessoas, elas fazem as coisas, elas cometem erros, muitos erros, e eu me limito a aprender com os erros delas. Eu não tenho coragem de comenter meus próprios erros. Os velhos são sábios, eles dizem: "Eu já vivi e sei que tal coisa e tal coisa acontecem da forma tal e tal". Sim, eles sabem...mas e eu?
Eu preciso sentir pra aprender. "Vivendo e aprendendo", nunca dei atenção pra essa frase porque ela é simplesmente um saco, mas se você parar pra pensar, é bem isso. O problema, é que eu não faço a minha parte, quando se trata de "viver".
Eu me diagnostiquei com uma doença que chamo de "Lupus mental". Tenho pensamentos auto-imunes.
Há um ano atrás eu entrei numa relação e lutei por ela com todas as forças. Acho que no fim das contas eu não queria a relação, eu talvez só estivesse numa inércia tal que precisasse ter pelo que lutar. Eu sabia que estava errada, estava errando, mas entrei de cabeça. Sabe, eu nunca cresci tanto.
Eu tenho uma auto-estima praticamente inexistente. Eu acredito não merecer a amizade ou o amor das pessoas. Eu acredito não agradá-las, física e psicologicamente, de forma alguma. Então eu simplesmente insisto nisso e as afasto de mim. É assim que eu faço. Então eu nunca sei quando alguém gosta de mim, porque eu censuro a pessoa. E eu sempre acho que ela fala tudo que fala apenas pra me agradar, do tipo "ah, ela é uma coitada, vou ajudá-la com algumas palavras de consolo". Eu me sinto como um estepe na vida das pessoas. Eu as faço rir, eu faço piadas, brincadeiras...Sou mais ou menos como uma TV. Você sabe, uma TV você desliga quando cansa. E eu já acostumei tanto com o fato de que, quando eu estou alegre (ou aparento estar) e fazendo piada, as pessoas se fazem próximas, que eu não me permito ficar de outra forma. Então, por mais que eu queira e precise estar chorando, eu vou estar rindo.
Nesse exato momento, neste parágrafo, parei pra analisar o texto, coisa que uma pessoa normal não deveria fazer. Todos os parágrafos começaram com "eu". Como isso me incomoda. Não consigo não me auto-criticar a cada respiro que dou. Estou escrevendo um texto explicativo sobre mim. Que doentio.
A única coisa eterna, linear e invariável que podemos ter é a morte. Morrer é algo utópico. Tenho carinho pela morte. Não que eu vá me matar, porque tenho carinho por mim também, ou sei lá, pela minha pseudo-vida. E sou muito correta pra fazer algo tão aleatório assim. Lembrando que, eu ia pensar tanto e arquitetar tanto que eu nem conseguiria morrer e morreria de desgosto por causa da decepção (?).
Eu cada dia falo menos. Minha fala não acompanha a velocidade do meu pensamento. Então apenas deixo de falar. Escrever é melhor.
Só publiquei isso porque quero que as pessoas me entendam, de uma vez por todas.
Eu levo mais ou menos duas horas pra cair no sono. Eu arquiteto planos, antes de dormir, grandes planos. Do dia seguinte, do mês seguinte, do ano seguinte, do futuro. E para cada caminho, já prevejo as opções, os desvios, tudo. E faço isso com tudo. Ok, querem um exemplo... Vejamos, eu vou dormir e penso: "amanhã eu devo acordar e desenhar". Então já planejo a folha, a cor do lapis, o desenho, a borracha, o lugar, a hora, quais músicas vou ouvir. Isso é apenas uma das coisas que penso. Passo mais ou menos duas horas pensando, como eu disse, certo? Então, imagine as milhares de coisas que passam pela minha cabeça. O fato é que eu não ponho em prática, ou ponho mas não do jeito utópico com todos os detalhes que pensei. Isso dói, dói demais. Uma coisa é você decepcionar alguém, outra coisa é você se decepcionar e conviver com uma culpa só sua direcionada para você mesmo.
Eu sempre fui protegida. Eu fui a filha protegida...ou talvez largada. Não sei bem ao certo, mas sei que as intenções foram boas. Não os culpo. Eu criei uma bolha ao meu redor que me protege de um jeito doentio. Eu analiso tanto, mas tanto...Eu simplesmente não me arrisco. Eu observo, porque as pessoas, elas fazem as coisas, elas cometem erros, muitos erros, e eu me limito a aprender com os erros delas. Eu não tenho coragem de comenter meus próprios erros. Os velhos são sábios, eles dizem: "Eu já vivi e sei que tal coisa e tal coisa acontecem da forma tal e tal". Sim, eles sabem...mas e eu?
Eu preciso sentir pra aprender. "Vivendo e aprendendo", nunca dei atenção pra essa frase porque ela é simplesmente um saco, mas se você parar pra pensar, é bem isso. O problema, é que eu não faço a minha parte, quando se trata de "viver".
Eu me diagnostiquei com uma doença que chamo de "Lupus mental". Tenho pensamentos auto-imunes.
Há um ano atrás eu entrei numa relação e lutei por ela com todas as forças. Acho que no fim das contas eu não queria a relação, eu talvez só estivesse numa inércia tal que precisasse ter pelo que lutar. Eu sabia que estava errada, estava errando, mas entrei de cabeça. Sabe, eu nunca cresci tanto.
Eu tenho uma auto-estima praticamente inexistente. Eu acredito não merecer a amizade ou o amor das pessoas. Eu acredito não agradá-las, física e psicologicamente, de forma alguma. Então eu simplesmente insisto nisso e as afasto de mim. É assim que eu faço. Então eu nunca sei quando alguém gosta de mim, porque eu censuro a pessoa. E eu sempre acho que ela fala tudo que fala apenas pra me agradar, do tipo "ah, ela é uma coitada, vou ajudá-la com algumas palavras de consolo". Eu me sinto como um estepe na vida das pessoas. Eu as faço rir, eu faço piadas, brincadeiras...Sou mais ou menos como uma TV. Você sabe, uma TV você desliga quando cansa. E eu já acostumei tanto com o fato de que, quando eu estou alegre (ou aparento estar) e fazendo piada, as pessoas se fazem próximas, que eu não me permito ficar de outra forma. Então, por mais que eu queira e precise estar chorando, eu vou estar rindo.
Nesse exato momento, neste parágrafo, parei pra analisar o texto, coisa que uma pessoa normal não deveria fazer. Todos os parágrafos começaram com "eu". Como isso me incomoda. Não consigo não me auto-criticar a cada respiro que dou. Estou escrevendo um texto explicativo sobre mim. Que doentio.
A única coisa eterna, linear e invariável que podemos ter é a morte. Morrer é algo utópico. Tenho carinho pela morte. Não que eu vá me matar, porque tenho carinho por mim também, ou sei lá, pela minha pseudo-vida. E sou muito correta pra fazer algo tão aleatório assim. Lembrando que, eu ia pensar tanto e arquitetar tanto que eu nem conseguiria morrer e morreria de desgosto por causa da decepção (?).
Eu cada dia falo menos. Minha fala não acompanha a velocidade do meu pensamento. Então apenas deixo de falar. Escrever é melhor.
Só publiquei isso porque quero que as pessoas me entendam, de uma vez por todas.
sábado, 30 de outubro de 2010
"Quem tem medo de brincar de amor?"
Escrever pra quê? Qual o por quê disso tudo?
Escrever para arrancar do peito toda a confusão, organizar em letras e digerir.
Indigesto. Vomitar tudo e limpar a bagunça. Refazer.
Os ponteiros do relógio já não servem pra contar o tempo da pulsação. O sangue já não se aguenta nas veias. Tudo é tão frágil.
O que é o amor? Me diz, o que é Amor?
A quem amar, para quem se doar...Se doar? Se doer?
Efêmero...substitui, tu e substitui? O vento o que faz?
Quantos mais? E o que acabou, o que sumiu, o que se cortou...deixar?
Não volte pra casa, nunca volte para casa.
Não voltarei tão cedo.
O certo e o errado. Uma pessoa só uma pessoa só uma?
Todos, amará, amar a todos.
Por quem lutar?
Não é ético, não é certo. E quem disse que é? Que não é? E quem não é?
Quanto tempo podemos, temos?
Para amar. Mar.
Quanto tempo tens?
Em quanto tempo tens?
da CULPA.
O que forma a culpa? O que deforma?
De que forma. Quem afirma?
Deixo levar qualquer aperto que venha do que passou. Passado passou.
Quem se fez presente?
PRESENTE SE FEZ.
o presente.
no presente.
se fez.
se faz.
Faz-me no seu presente, agora.
Vou pedir.
e por favor,
faz.
Em quanto tempo a gente pode amar?
Em quanto tempo a gente pode se desarmar?
Autorizada estou?
Não, pois não.
E de volta ao certo e errado.
Aqui venho, assino aqui minha sentença.
Me permito. Me censuro.
Me guardo.
Admito.
Minto para mim. Min to para min.
De onde veio o ódio?
Quem permitiu a metamorfose?
Ódio feito, ódio será.
Não.
AMOR.
nasceu.
Por que?
Escrever para arrancar do peito toda a confusão, organizar em letras e digerir.
Indigesto. Vomitar tudo e limpar a bagunça. Refazer.
Os ponteiros do relógio já não servem pra contar o tempo da pulsação. O sangue já não se aguenta nas veias. Tudo é tão frágil.
O que é o amor? Me diz, o que é Amor?
A quem amar, para quem se doar...Se doar? Se doer?
Efêmero...substitui, tu e substitui? O vento o que faz?
Quantos mais? E o que acabou, o que sumiu, o que se cortou...deixar?
Não volte pra casa, nunca volte para casa.
Não voltarei tão cedo.
O certo e o errado. Uma pessoa só uma pessoa só uma?
Todos, amará, amar a todos.
Por quem lutar?
Não é ético, não é certo. E quem disse que é? Que não é? E quem não é?
Quanto tempo podemos, temos?
Para amar. Mar.
Quanto tempo tens?
Em quanto tempo tens?
da CULPA.
O que forma a culpa? O que deforma?
De que forma. Quem afirma?
Deixo levar qualquer aperto que venha do que passou. Passado passou.
Quem se fez presente?
PRESENTE SE FEZ.
o presente.
no presente.
se fez.
se faz.
Faz-me no seu presente, agora.
Vou pedir.
e por favor,
faz.
Em quanto tempo a gente pode amar?
Em quanto tempo a gente pode se desarmar?
Autorizada estou?
Não, pois não.
E de volta ao certo e errado.
Aqui venho, assino aqui minha sentença.
Me permito. Me censuro.
Me guardo.
Admito.
Minto para mim. Min to para min.
De onde veio o ódio?
Quem permitiu a metamorfose?
Ódio feito, ódio será.
Não.
AMOR.
nasceu.
Por que?
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Sair de casa Vs. Ficar em casa [2]
Olá!
Bom, não vou perguntar se vocês estão bem, porque hoje estou chata.
Vou voltar ao assunto do ficar em casa vs. sair de casa.
Ok. O que eu não entendo é porque as pessoas insistem que sair de casa é legal e wow, "vamos nos divertir" e "vai ser utópico" yeah.
Veja bem, pra cada pessoa, o padrão de diversão é outro. Será que machuca muito o fato de eu achar mais divertido ficar em casa sozinha vendo filme do que sair com os amigos pra baladar?
As pessoas não param pra pensar: "poxa, talvez ela goste mesmo de ficar em casa...não é porque eu gosto de sair que isso tem que ser legal para todos." ou então "talvez eu que seja o alienígena, que gosto de sair pra me f*der, gastar dinheiro em coisas de pouca duração ou que simplesmente a industria cultural empurra goela abaixo, comer coisas que me deixam obeso, obstruem minhas veias e me matam, pegar sol que pode me dar câncer, pegar friagem, correr risco de tomar chuva, ser assaltado, aguentar gente bêbada (lembrando que esse tipo de gente fede), fumaça de cigarro, gente entrando em depressão e chorando pitangas, gente fofocando sobre a roupa x do fulano, pessoas com inveja, pessoas com raiva, pessoas que sairam de casa somente pra mostrar que compraram roupa da marca w, pagar pra entrar (isso é o cúmulo do ninguem merece), não conseguir dar atenção a todas as pessoas que desejo, ter hora pra chegar, hora pra sair, me preocupar com transporte..."
enfim, tudo depende do ângulo que se olha.
pra mim sair é isso aí.
"não, olha, assim, é porque você nunca saiu com a gente, é super legal e tal..."
NÃO. Assim, dá pra respeitar que eu não gosto? E parar de tentar sei lá, tentar me forçar a fazer algo que me deixa irritada e que é sacrifício pra mim?
E vou dizer mais, isso é desde pequena. Lembro que minha mãe pegava os convites pras festinhas dentro da minha mochila e me fazia ir. Eu não gostava daquilo (e não gostava de crianças também, apesar de ser uma). Eu chorava, esperneava, e tinha que ir do mesmo jeito.
Tá, acabou meu post, enfim.
Beigos!
Bom, não vou perguntar se vocês estão bem, porque hoje estou chata.
Vou voltar ao assunto do ficar em casa vs. sair de casa.
Ok. O que eu não entendo é porque as pessoas insistem que sair de casa é legal e wow, "vamos nos divertir" e "vai ser utópico" yeah.
Veja bem, pra cada pessoa, o padrão de diversão é outro. Será que machuca muito o fato de eu achar mais divertido ficar em casa sozinha vendo filme do que sair com os amigos pra baladar?
As pessoas não param pra pensar: "poxa, talvez ela goste mesmo de ficar em casa...não é porque eu gosto de sair que isso tem que ser legal para todos." ou então "talvez eu que seja o alienígena, que gosto de sair pra me f*der, gastar dinheiro em coisas de pouca duração ou que simplesmente a industria cultural empurra goela abaixo, comer coisas que me deixam obeso, obstruem minhas veias e me matam, pegar sol que pode me dar câncer, pegar friagem, correr risco de tomar chuva, ser assaltado, aguentar gente bêbada (lembrando que esse tipo de gente fede), fumaça de cigarro, gente entrando em depressão e chorando pitangas, gente fofocando sobre a roupa x do fulano, pessoas com inveja, pessoas com raiva, pessoas que sairam de casa somente pra mostrar que compraram roupa da marca w, pagar pra entrar (isso é o cúmulo do ninguem merece), não conseguir dar atenção a todas as pessoas que desejo, ter hora pra chegar, hora pra sair, me preocupar com transporte..."
enfim, tudo depende do ângulo que se olha.
pra mim sair é isso aí.
"não, olha, assim, é porque você nunca saiu com a gente, é super legal e tal..."
NÃO. Assim, dá pra respeitar que eu não gosto? E parar de tentar sei lá, tentar me forçar a fazer algo que me deixa irritada e que é sacrifício pra mim?
E vou dizer mais, isso é desde pequena. Lembro que minha mãe pegava os convites pras festinhas dentro da minha mochila e me fazia ir. Eu não gostava daquilo (e não gostava de crianças também, apesar de ser uma). Eu chorava, esperneava, e tinha que ir do mesmo jeito.
Tá, acabou meu post, enfim.
Beigos!
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