sexta-feira, 20 de abril de 2012
Sem dar nome
É o medo da própria existência não transmitir mais nada, te trazendo de modo paradoxalmente inerte para a não existência. Quando o não caminhar te leva a algum lugar que se anula por não ter sido alcançado. A des-fuga-dependência pela palavra, aonde a comunicação abundante se dá quando não se diz nada. O vício verbal. Do silêncio se faz a crise de abstinência. O desapego alfabético e a liberdade de se deixar sentir sem vestígio de registro. Não dar nome, não caracterizar, não julgar ou classificar. É o desafio aonde o peito se abre em meditação e a cabeça se guarda; desliga.
Você leu sobre:
crenças,
equilibrio,
medo,
plenitude,
teorias
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
"e ainda tem gente que reclama da vida..."
OLHA, se tem uma frase que me irrita é essa. Cada um tem seus problemas, e cada problema próprio se encaixa numa gráfico mental decrescente (do maior pro menor), por ordem de prioridade. O que as pessoas não entendem é que o problemas dos outros não entram no meu gráfico próprio. Por fim, vou reclamar dos meus problemas e não quero problema de ninguém inferiorizando os meus. Eu reclamo da minha realidade, você reclama da sua.
OLHA, se tem uma frase que me irrita é essa. Cada um tem seus problemas, e cada problema próprio se encaixa numa gráfico mental decrescente (do maior pro menor), por ordem de prioridade. O que as pessoas não entendem é que o problemas dos outros não entram no meu gráfico próprio. Por fim, vou reclamar dos meus problemas e não quero problema de ninguém inferiorizando os meus. Eu reclamo da minha realidade, você reclama da sua.
Você leu sobre:
fenômenos sociais,
irritação,
raiva,
teorias
terça-feira, 13 de setembro de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
[Aviso: O post que você pretende ler agora contém grande quantidade de "sujo falando do mal lavado"]
- Te amo.
Ok, vamos começar por aí.
Porque uma hora ou outra, a gente diz. Grande parte das vezes por pressão ou hábito, outras por querer ouvir tal expressão em retorno. Poucas vezes pela pureza e transparência do sentimento. Tudo bem: seres humanos, equilíbrio, reciprocidade.
Não é uma questão de discordar do ato, mas quem estipulou esse equilíbrio?
E como entender a camuflagem? As pessoas não podem estar com quem amam sem comprá-las com presentes? Acho que existe um limite, sabe?! E é aí que se encontra o equilíbrio. Se existir um fator externo influenciando a relação, que ele entretenha todos os envolvidos, com o fator e entre si, como por exemplo, assistir um filme.
Acho que a essência da convivência está quando o que interage é apenas você e a(s) outra(s) pessoa(s). É fácil lidar com o que for, tendo outros elementos para distração.
Vamos trabalhar mais os valores do relacionamento ao invés dos monetários então?!
Ok, próximo assunto.
(ainda no mesmo. Desculpa, gente.)
Não sei se as pessoas tem preguiça de relacionamentos ou então elas acham que o melhor relacionamento é aquele em que tudo está ótimo. Será que é excesso de conto de fadas?
Se não existem brigas e discussões, como você pode ter parâmetro pra dividir o que é bom e o que é ruim e realmente aproveitar quando as coisas estão boas? O Equilíbrio do relacionamento se encontra aí, além do que, precisa ser mantido também numa questão hierárquica, lembrando que ninguém é melhor do que ninguém. Se sujeitar a periferia de um relacionamento faz mal, tanto quanto carregá-lo nas costas. E por favor, não podemos esquecer que cada pessoa é ela-mesma 100%, logo, havendo qualquer doação de alguma das partes do relacionamento, há um desequilíbrio (vide esse texto, qualquer dúvida. Não é diretamente explicativo, porém esclarece de um modo geral).
Não tenho algo conclusivo pra fechar o que escrevi, porém, acho que não é muito difícil tirar as próprias conclusões.
E acho que isso pode ajudar algumas pessoas que vieram pedir conselhos (ou não).
Boa sorte!
- Te amo.
Ok, vamos começar por aí.
Porque uma hora ou outra, a gente diz. Grande parte das vezes por pressão ou hábito, outras por querer ouvir tal expressão em retorno. Poucas vezes pela pureza e transparência do sentimento. Tudo bem: seres humanos, equilíbrio, reciprocidade.
Não é uma questão de discordar do ato, mas quem estipulou esse equilíbrio?
E como entender a camuflagem? As pessoas não podem estar com quem amam sem comprá-las com presentes? Acho que existe um limite, sabe?! E é aí que se encontra o equilíbrio. Se existir um fator externo influenciando a relação, que ele entretenha todos os envolvidos, com o fator e entre si, como por exemplo, assistir um filme.
Acho que a essência da convivência está quando o que interage é apenas você e a(s) outra(s) pessoa(s). É fácil lidar com o que for, tendo outros elementos para distração.
Vamos trabalhar mais os valores do relacionamento ao invés dos monetários então?!
Ok, próximo assunto.
(ainda no mesmo. Desculpa, gente.)
Não sei se as pessoas tem preguiça de relacionamentos ou então elas acham que o melhor relacionamento é aquele em que tudo está ótimo. Será que é excesso de conto de fadas?
Se não existem brigas e discussões, como você pode ter parâmetro pra dividir o que é bom e o que é ruim e realmente aproveitar quando as coisas estão boas? O Equilíbrio do relacionamento se encontra aí, além do que, precisa ser mantido também numa questão hierárquica, lembrando que ninguém é melhor do que ninguém. Se sujeitar a periferia de um relacionamento faz mal, tanto quanto carregá-lo nas costas. E por favor, não podemos esquecer que cada pessoa é ela-mesma 100%, logo, havendo qualquer doação de alguma das partes do relacionamento, há um desequilíbrio (vide esse texto, qualquer dúvida. Não é diretamente explicativo, porém esclarece de um modo geral).
Não tenho algo conclusivo pra fechar o que escrevi, porém, acho que não é muito difícil tirar as próprias conclusões.
E acho que isso pode ajudar algumas pessoas que vieram pedir conselhos (ou não).
Boa sorte!
terça-feira, 26 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Re-solução
Eu estarei aqui parada quando você resolver resolver.
Se resolver. Me resolver.
Resolver.
Aceitarei suas desculpas, desculpa.
Mais uma vez.
É o que fazemos melhor: fazer mais uma vez.
Mais de uma vez.
É o aperfeiçoamento da técnica da repetição do Sim.
Enquanto o tempo passa, o mundo gira e você se decide entre açucar ou adoçante...
eu fico aqui parada.
Vez o sol, vez a lua. As vezes sem vez nenhuma para nenhum dos dois.
Crio netos e você nessa indecisão.
A vida ou a morte? Ou deixar para a sorte?
A sorte pára.
Escovei meus dentes, de cima pra baixo
de um lado para o outro.
Dente por dente.
E você ainda não se decidiu?!
Percebi que estou andando e você ficou.
É verdade! Todo esse tempo eu aqui...
Estive andando e nem percebi! Puxa!
Pensei estar parada...mas não...
E você aí andando dentro da roda...
No passado, no esquecimento, no esperar.
Uma linha constante da mudança, inerte, infinita.
Vejamos. Vamos ver. E por assim ficou.
Entre um tempo e outro copo de suco.
"Faz tudo passar mais depressa.", você dizia.
De que adianta? A vida passou. Não te restou muita coisa, eu acho...
Um suco, a morte. Pouco Sim pra muito Não.
Não?
Se resolver. Me resolver.
Resolver.
Aceitarei suas desculpas, desculpa.
Mais uma vez.
É o que fazemos melhor: fazer mais uma vez.
Mais de uma vez.
É o aperfeiçoamento da técnica da repetição do Sim.
Enquanto o tempo passa, o mundo gira e você se decide entre açucar ou adoçante...
eu fico aqui parada.
Vez o sol, vez a lua. As vezes sem vez nenhuma para nenhum dos dois.
Crio netos e você nessa indecisão.
A vida ou a morte? Ou deixar para a sorte?
A sorte pára.
Escovei meus dentes, de cima pra baixo
de um lado para o outro.
Dente por dente.
E você ainda não se decidiu?!
Percebi que estou andando e você ficou.
É verdade! Todo esse tempo eu aqui...
Estive andando e nem percebi! Puxa!
Pensei estar parada...mas não...
E você aí andando dentro da roda...
No passado, no esquecimento, no esperar.
Uma linha constante da mudança, inerte, infinita.
Vejamos. Vamos ver. E por assim ficou.
Entre um tempo e outro copo de suco.
"Faz tudo passar mais depressa.", você dizia.
De que adianta? A vida passou. Não te restou muita coisa, eu acho...
Um suco, a morte. Pouco Sim pra muito Não.
Não?
Assinar:
Postagens (Atom)